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xslt thread: why doesnt process??


Message #1 by "Rui Martinho" <ruimartinho@s...> on Fri, 7 Jun 2002 11:04:14
Sorry,  but what is your question?

Michael Kay
Software AG
home: Michael.H.Kay@n...
work: Michael.Kay@s...

> -----Original Message-----
> From: Rui Martinho [mailto:ruimartinho@s...]
> Sent: 07 June 2002 11:30
> To: P2P_XSLT
> Subject: [xslt] RE: why doesnt process??
>
>
> The file I've made (teste2.xml):
>
> <?xml version=3D"1.0" encoding=3D"iso-8859-1"?>
> <!DOCTYPE repositorio SYSTEM "noticias.dtd">
> <repositorio>
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>   		<fonte id=3D"1">
>    			<nome>TEK.SAPO.PT</nome>
>    			<uri>http://tek.sapo.pt</uri>
>   		</fonte>
>   		<fonte id=3D"2">
>    			<nome>CADI</nome>
>    			<uri>http://cadi.di.fc.ul.pt</uri>
>   		</fonte>
> 	</fontes>
>  	<noticias>
>  		<noticia id=3D"1" fonte=3D"1" dataex=3D"44444444"
> horaex=3D"093100" gpd=3D"x25">
>   			<titulo>Titulo, id 1, fonte 1</titulo>
>   			<texto>
>    				<resumo>TEK.SAPO.PT</resumo>
>    				<desenvolvimento>
>     				<paragrafo>paragrafo 1, id 1, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 2, id 1, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 3, id 1, fonte
> 1</paragrafo>
>    				</desenvolvimento>
>   			</texto>
>   			<seccao>seccao 1</seccao>
>   			<autor>
>   				<nome>Rui</nome>
>   			</autor>
>   			<data>20020421</data>
>   			<uri>url 1, id 1, fonte 1</uri>
>  		</noticia>
>  		<noticia id=3D"2" fonte=3D"1" dataex=3D"44444444"
> horaex=3D"093100" gpd=3D"x25">
>   			<titulo>Titulo, id 2, fonte 1</titulo>
>   			<texto>
>    				<resumo>TEK.SAPO.PT</resumo>
>    				<desenvolvimento>
>     				<paragrafo>paragrafo 1, id 2, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 2, id 2, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 3, id 2, fonte
> 1</paragrafo>
>    				</desenvolvimento>
>   			</texto>
>   			<seccao>seccao 1</seccao>
>   			<autor>
>   				<nome>Silvia</nome>
>   			</autor>
>   			<data>20020422</data>
>   			<uri>url 2, id 2, fonte 1</uri>
>  		</noticia>
>  		<noticia id=3D"3" fonte=3D"1" dataex=3D"20020422"
> horaex=3D"093100" gpd=3D"x25">
>   			<titulo>Titulo, id 3, fonte 1</titulo>
>   			<texto>
>    				<resumo>TEK.SAPO.PT</resumo>
>    				<desenvolvimento>
>     				<paragrafo>paragrafo 1, id 3, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 2, id 3, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 3, id 3, fonte
> 1</paragrafo>
>    				</desenvolvimento>
>   			</texto>
>   			<seccao>seccao 4</seccao>
>   			<autor>
>   				<nome>Antonio</nome>
>   			</autor>
>   			<data>20020424</data>
>   			<uri>url 3, id 3, fonte 1</uri>
>  		</noticia>
>  		<noticia id=3D"4" fonte=3D"1" dataex=3D"20020422"
> horaex=3D"093100" gpd=3D"x25">
>   			<titulo>Titulo, id 4, fonte 1</titulo>
>   			<texto>
>    				<resumo>TEK.SAPO.PT</resumo>
>    				<desenvolvimento>
>     				<paragrafo>paragrafo 1, id 4, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 2, id 4, fonte
> 1</paragrafo>
>     				<paragrafo>paragrafo 3, id 4, fonte
> 1</paragrafo>
>    				</desenvolvimento>
>   			</texto>
>   			<seccao>seccao 2</seccao>
>   			<autor>
>   				<nome>Patricia</nome>
>   			</autor>
>   			<data>20020622</data>
>   			<uri>url 4, id 3, fonte 1</uri>
>  		</noticia>	=09
>  	</noticias>
> </repositorio>
>
> --------------------------------------------------------------
> ------------
> the file generated (sds.xml) (there is alot of text in this file) :
>
> <?xml version=3D"1.0" encoding=3D"ISO-8859-1"?>
> <!DOCTYPE repositorio SYSTEM "noticias.dtd">
> <repositorio>
> <fontes>
> <fonte id=3D"1">
> <nome>
> Di=E1rio de Noticias</nome>
> <uri>
> http://www.dn.pt</uri>
> </fonte>
> </fontes>
> <noticias>
> <noticia id=3D"1" fonte=3D"1" dataex=3D"20020607" horaex=3D"105103"
> gpd=3D"x25"> <titulo>
> Eros=E3o: mar pode engolir ria de Aveiro</titulo>
> <texto>
> <resumo>
> Dragagens s=E3o a principal amea=E7a =E0 estabilidade do litoral.
> Espor=F5es j=E1
> n=E3o cumprem fun=E7=E3o porque n=E3o t=EAm areia para reter</resumo>
> <desenvolvimento> <paragrafo> A extrac=E7=E3o de areias tem de
> ser assumida como um custo ambiental e deixar
> de ser vista como um recurso. O alerta =E9 dado por Veloso Gomes, da
> Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e um dos principais
> investigadores do fen=F3meno da eros=E3o costeira. O recado vai
> directamente
> para as administra=E7=F5es dos portos nacionais, que, com o argumento 
de
> manterem os canais de navega=E7=E3o operacionais, s=E3o as
> respons=E1veis pela
> retirada de muitas toneladas de areia do leito dos
> rios.</paragrafo> <paragrafo> "A quest=E3o portu=E1ria ter=E1 de
> ser encarada de outra forma", avisa o
> especialista, que defende que a areia dragada deve deixar de ser
> comercializada pelos portos e passar a ser depositada nas praias. Uma
> situa=E7=E3o dif=EDcil, reconhece, uma vez que os portos mais jovens 
"n=E3o
> atingiram dimens=E3o que lhes permita gerar receitas". As
> dragagens, a par
> das barragens constru=EDdas nos cursos dos rios, t=EAm levado,
> segundo Veloso
> Gomes, a um d=E9fice de sedimentos na costa.</paragrafo>
> <paragrafo> O argumento contra as obras de defesa costeira,
> nomeadamente, espor=F5es,
> responsabilizados por reterem areias e aumentarem a eros=E3o a
> sul do local
> onde est=E3o constru=EDdos, come=E7a a perder validade. "As obras
> de defesa n=E3o
> est=E3o a reter sedimentos porque estes n=E3o existem", afirma Veloso
> Gomes. "N=E3o tem havido equil=EDbrio entre a areia que =E9
> retirada e a que =E9
> reposta. O saldo =E9 sistemeticamente negativo."</paragrafo>
> <paragrafo> Esta quest=E3o vai ser analisada hoje e amanh=E3 no
> Porto, no decorrer de um
> semin=E1rio denominado "Boas pr=E1ticas de gest=E3o e defesa
> costeira", onde
> estar=E3o reunidos v=E1rios especialistas europeus. Veloso Gomes
> e Taveira
> Pinto, do Instituto de Hidr=E1ulica da FEUP, v=E3o abordar o
> tro=E7o do litoral
> entre o estu=E1rio do Douro e o cabo Mondego. Nesta zona da
> costa =E9 a ria de
> Aveiro que mais apreens=E3o suscita. "O mar quer entrar na ria", avisa 

> Veloso Gomes. Um cen=E1rio que j=E1 esteve mais longe. Campos
> rurais, situados
> nas gafanhas =E0 volta da cidade foram abandonados devido =E0
> saliniza=E7=E3o, mas
> o que mais preocupa os investigadores =E9 a possibilidade de ruptura 
do
> cord=E3o dunar que separa o mar da laguna. Um processo iniciado junto 
=E0
> praia da barra, mas que foi poss=EDvel interromper, numa 
interven=E7=E3o de
> emerg=EAncia, com a cria=E7=E3o de uma duna artificial. A 
concretizar-se a
> ocupa=E7=E3o da ria pelo mar, v=E1rias popula=E7=F5es poder=E3o ficar
> completamente
> isoladas.</paragrafo>
> <paragrafo>
> Taveira Pinto lembra que a zona onde hoje =E9 a ria de Aveiro foi h=E1 

> centenas de anos ocupada pelo mar. Um cen=E1rio que pode ser
> reposto devido
> =E0 subida do n=EDvel do mar, provocada pelas altera=E7=F5es 
clim=E1ticas, mas
> tamb=E9m pela interven=E7=E3o humana. O professor da FEUP sublinha
> o risco da
> constru=E7=E3o de edif=EDcios cada vez mais pr=F3xima da linha de
> =E1gua "numa zona
> geol=F3gica muito sens=EDvel". E se hoje os problemas mais graves 
est=E3o
> confinados =E0 costa Norte, nomeadamente nas zonas de
> Esposende, Vila do
> Conde, Espinho e Aveiro, num futuro n=E3o muito long=EDnquo o
> processo pode
> afectar o litoral Centro. Na Vagueira, a sul de Aveiro, Veloso Gomes
> aponta "um grave problema": o cord=E3o dunar est=E1 a
> desaparecer. E adverte
> que a eros=E3o chegar=E1 a Mira, onde a press=E3o humana sazonal =E9
> muito grande.
> E, para os decisores, Veloso Gomes deixa mais um alerta. "O dinamismo
> natural da costa =E9 incompat=EDvel com edifica=E7=F5es e
> arruamentos".</paragrafo> </desenvolvimento> <seccao>
> ciencia</seccao> <autor> <nome> PAULA FERREIRA</nome>
> </autor> <data> 20020607</data> <uri>
> http://dn.sapo.pt/noticia/noticia.asp?
> CodNoticia=3D48377&#038;codEdicao=3D289&#038;CodAreaNoticia=3D1</uri>
> </texto>
> </noticia>
> <noticia id=3D"2" fonte=3D"1" dataex=3D"20020607" horaex=3D"105103"
> gpd=3D"x25"> <titulo>
> Surpresa: ecoturismo propaga doen=E7as</titulo>
> <texto>
> <resumo>
> Cientistas est=E3o documentados acerca do modo como a
> tuberculose de origem
> humana atingiu os mangustos e os suricates na =C1frica</resumo>
> <desenvolvimento> <paragrafo> O ecoturismo, cujo ano
> internacional est=E1 a decorrer sob a =E9gide da ONU,
> pode estar a prejudicar gravemente a vida selvagem, ao
> espalhar as doen=E7as
> humanas pelos animais, sendo provavelmente respons=E1vel por
> tr=EAs grandes
> surtos de tuberculose que amea=E7aram os suricates e os
> mangustos em =C1frica.
> Esta situa=E7=E3o vem relatada num estudo publicado ontem na revista 
New
> Scientist.</paragrafo>
> <paragrafo>
> Os cientistas que trabalham no Parque Nacional de Chobe
> documentaram-se
> acerca do modo como a doen=E7a humana se propagou aos mangustos 
naquele
> popular parque e seguiram a pista da doen=E7a que dizimou os
> suricates no
> deserto do Cala=E1ri. "A agress=E3o =E0 sa=FAde dos animais por
> doen=E7as humanas j=E1
> =E9 quase uma real certeza", afirma-se no artigo da New
> Scientist.</paragrafo>
> <paragrafo>
> Kathleen Alexander, a respons=E1vel pela sa=FAde dos animais selvagens 
do
> Botswana, e a sua equipa acreditam que os mangustos apanharam
> a doen=E7a dos
> res=EDduos contaminados deixados no parque pelos turistas.
> Suspeitam que os
> suricates foram infectados pelas popula=E7=F5es locais, porque
> nenhum animal
> da regi=E3o tinha tuberculose.</paragrafo>
> <paragrafo>
> O ecoturismo =E9 a maior fonte de capta=E7=E3o de verbas para a
> preserva=E7=E3o da
> vida selvagem em =C1frica, mas Kathleen Alexander pensa que o
> contacto enre
> animais e seres humanos dever=E1 ser minimizado para diminuir o
> perigo de
> infec=E7=E3o.</paragrafo>
> <paragrafo>
> A sida, que =E9 a maior praga na sa=FAde p=FAblica que atinge a
> =C1frica, pode
> tamb=E9m estar a contribuir para o problema. As pessoas que
> sofrem de sida e
> de tuberculose t=EAm mais capacidade de infectar os animais
> porque produzem
> mais bact=E9rias. Mais de um ter=E7o da popula=E7=E3o do Botswana =E9
> portadora do
> v=EDrus da sida. O que a noticia sobre o estudo publicado na
> revista n=E3o
> esclarece cabalmente =E9 como =E9 poss=EDvel as popula=E7=F5es daquela 

> regi=E3o de
> =C1frica serem alegadamente agentes de transmiss=E3o das doen=E7as
> atrav=E9s do
> ecoturismo. N=E3o se acredita que sejam as popula=E7=F5es locais que 
fa=E7am
> ecoturismo, com uma renda de menos de um euro por dia e per
> capita.</paragrafo>
> <paragrafo>
> Outros problemas do ecoturismo t=EAm vindo a ser detectados no
> ano que est=E1
> a decorrer, sobretudo a n=EDvel de defini=E7=F5es e de actua=E7=F5es 
pr=E1ticas.
> Muitos est=E3o ainda a confundir o turismo sustent=E1vel com o
> ecoturismo.
> Enquanto aquele tem por base uma actividade sustent=E1vel, o
> ecoturismo,
> sendo tamb=E9m uma actividade de desenvolvimento sustent=E1vel,
> tem como base
> os recursos naturais e ainda a cultura das popula=E7os locais. Outro
> problema do ecoturismo =E9 a press=E3o sobre a vida selvagem e os
> habitats.</paragrafo>
> <paragrafo>
> Em muitos locais de =C1frica, rinocerontes e elefantes t=EAm sido
> salvos com
> as verbas do ecoturismo, mas toda a vida das popula=E7=F5es
> locais tem sido
> adulterada no sentido de uma falsa acultura=E7=E3o.</paragrafo>
> <paragrafo> Normalmente, o impacte do ecoturismo tem sido
> apenas medido junto da
> comunidade animal, mas fica ainda por saber o que se passa a n=EDvel 
do
> coberto florestal.</paragrafo>
> </desenvolvimento>
> <seccao>
> ciencia</seccao>
> <autor>
> <nome>
> </nome>
> </autor>
> <data>
> 20020607</data>
> <uri>
> http://dn.sapo.pt/noticia/noticia.asp?
> CodNoticia=3D48378&#038;codEdicao=3D289&#038;CodAreaNoticia=3D1</uri>
> </texto>
> </noticia>
> </noticias>
> </repositorio>
>


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